Textos


 

 

Desde que eu não sofra mais

Pelo que morreu no denso escuro

Quando as folhas secas da emoção

Cobriram as calçadas do futuro...

 

Ainda que não me esqueça

Do que me foi roubado, sem paixão

Que eu siga voando pela poesia

Feito ave liberta de tua mão.

 

Pois eis que ouço o tinir da melodia

Nesta noite sem luz nem meio-dia...

 

Pelo que esqueci, entre vaidades

Oro ao deus em minúsculo

A quem rogo anônimas piedades...

alexandre gazineo
Enviado por alexandre gazineo em 04/09/2026


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