Textos


Respeita ao menos o sono
ao qual confesso meu cansaço
e não surjas, anjo diabólico
toda de branco, promessa
que já não me acalenta amanhãs.

Tens piedade do que resta
em mim como jardins e delícias
imobilidade das mãos...

Respeita ao menos o sono
onde teço estranha razão...
e partes, em breve desintegração
Respeita!
Não voltes mais não.
alexandre gazineo
Enviado por alexandre gazineo em 25/05/2018
Alterado em 25/05/2018
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Alexandre Gazineo). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Comentários